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Lei 12318/10

Dispõe sobre a alienação parental e altera o art. 236 da Lei no 8.069, de 13 de julho de 1990

Comentários

# 1
28/08/2010

cristina medeiros

escreveu:

Esta lei é temerosa, pois Os atos de cada um falam por si.Espera-se que pessoas mal intencionadas, não queram justificar o seu abandono afetivo (as vezes de anos) culpando e maculando quem preencheu esse vazio.Os laços de sangue nem sempre são suficientes para coibir abusos de toda sorte, como temos visto em noticias atuais, em nome da "alienação Parental uma juiza mandou para os braços de seu algoz uma inocente criança de apenas 5 anos. Vamos deixar de ser hipocritas e ve as coisa de uma forma real e não apenas desejada como o politicamente correto.

# 2
29/08/2010

José Haroldo do Amaral

escreveu:

É voz corrente a afirmação de que a sociedade muda a Lei, e jamais o contrário. Creio que em boa hora nosso legislador tomou uma providência que tem, mais uma vez, como objetivo proteger a criança ou adolescente. Não se pode jamais tomar como regra a exceção. Por causa das fraldas sujas não se joga fora a criança. Acredito que a Lei em comento tem como objetivo a realização da justiça que carecia de um posição legal definida sobre o assunto. Como todo fato social, está sujeita a Lei, a aprimorações, que somente sera atingirá com o desenvolvimento da prática do que temos.

# 3
04/09/2010

Andrea Mazzeo

escreveu:

Nos Estados Unidos já jogaram no lixio esta porcaria:
http://www.ndaa.org/ncpca_update_v16_no7.html

No Canada comentaram negativamente:
http://www.justice.gc.ca/eng/pi/fcy-fea/lib-bib/rep-rap/2006/2005_3/p4.html

Na España a Associação de Neuropsiquiatria tomou uma posição muito energica:
http://www.aen.es/docs/Pronunciamiento_SAP.pdf

Atrás desta medida estão interesses inconfessãveis.

# 4
17/09/2010

Andrea Mazzeo

escreveu:

http://www.edesclee.com/products.php?ISBN9788433023315

# 5
19/10/2010

Elisete Tavares

escreveu:

Alguns julgadores do Estado do Rio de Janeiro tem cometido inúmeros erros pelo simples fato de “entenderem” haver alienação parental.
Por ser uma norma nova, deveria ser utilizada com muito cuidado, bastante análise e estudo criterioso de cada caso em concreto, a fim de não cometerem erros irreparáveis, pois, infelizmente o que tem acontecido em muitos casos no judiciário brasileiro é que, um dos genitores abandona seu filho, e por algum motivo resolve se reaproximar repentinamente, e acaba recebendo certa rejeição, que naturalmente acontece pelo afastamento do convívio, daí para conquistar rápido o que é seu por direito, ou seja, o convívio com a criança ou adolescente, passa a utilizar esse termo “alienação parental” a fim de receber rápido aquilo que jamais construiu e acaba trazendo, tanto ao outro genitor, quanto para a criança ou o adolescente situações tormentosas, que jamais serão esquecidas.
Acredito que o amor verdadeiro se constrói com tempo e não com a imposição, e se precisamos do judiciário para resolver problemas, terá ele, que se estruturas a fim de não desordenar mais o que já está destruído.

tavares.adv_elisete@hotmail.com

# 6
19/10/2010

Elisete Tavares

escreveu:

Alguns julgadores do Estado do Rio de Janeiro tem cometido inúmeros erros pelo simples fato de “entenderem” haver alienação parental.
Por ser uma norma nova, deveria ser utilizada com muito cuidado, bastante análise e estudo criterioso de cada caso em concreto, a fim de não cometerem erros irreparáveis, pois, infelizmente o que tem acontecido em muitos casos no judiciário brasileiro é que, um dos genitores abandona seu filho, e por algum motivo resolve se reaproximar repentinamente, e acaba recebendo certa rejeição, que naturalmente acontece pelo afastamento do convívio, daí para conquistar rápido o que é seu por direito, ou seja, o convívio com a criança ou adolescente, passa a utilizar esse termo “alienação parental” a fim de receber rápido aquilo que jamais construiu e acaba trazendo, tanto ao outro genitor, quanto para a criança ou o adolescente situações tormentosas, que jamais serão esquecidas.
Acredito que o amor verdadeiro se constrói com tempo e não com a imposição, e se precisamos do judiciário para resolver problemas, terá ele, que se estruturas a fim de não desordenar mais o que já está destruído.

tavares.adv_elisete@hotmail.com

# 7
04/11/2010

débora

escreveu:

a LEI É MUITO BEM VINDA, E DEVE SE TER MAIS RIGOR, ACREDITO Q O ALIENADOR DEVA SER IMPUTADO COM O CRIME DE DIFAMAÇAO NO MÍNIMO, SE BEM QUE NO MEU ENTENDER, OQ ELE FAZ SE CARACTERIZA COMO TORTURA PSICOLÓGIOCA CONTRA O MENOR E CRUELDADE CONTRA O MENOR E O ALIENADO. Existe o dolo, existindo dolo, tem que haver repressão e punição.Bem aplicados.Perversos devem ser contidos, e punidos.

# 8
04/11/2010

débora

escreveu:

a LEI É MUITO BEM VINDA, E DEVE SE TER MAIS RIGOR, ACREDITO Q O ALIENADOR DEVA SER IMPUTADO COM O CRIME DE DIFAMAÇAO NO MÍNIMO, SE BEM QUE NO MEU ENTENDER, OQ ELE FAZ SE CARACTERIZA COMO TORTURA PSICOLÓGIOCA CONTRA O MENOR E CRUELDADE CONTRA O MENOR E O ALIENADO. Existe o dolo, existindo dolo, tem que haver repressão e punição.Bem aplicados.Perversos devem ser contidos, e punidos.

# 9
22/11/2010

dayanne Dourado

escreveu:

Esta lei tem grande importância,pois com a separação criancas e adolescentes são alienados pelo pai que tem a custodia,mesmo em estágio leve, dificultando o vínculo afetivo e intereferindo psicologicamente a Criança ou Adolescente.

# 10
22/11/2010

dayanne Dourado

escreveu:

Esta lei tem grande importância,pois com a separação criancas e adolescentes são alienados pelo pai que tem a custodia,mesmo em estágio leve, dificultando o vínculo afetivo e intereferindo psicologicamente a Criança ou Adolescente.

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